* No bar *
- Bill posso
perguntar-te uma coisa? – Pedi-lhe.
- Sim Bé, diz!
- O que se
passou entre ti e a Mary?
- Nem eu sei ao
certo! Já á alguns dias que anda estranha comigo! – Respondeu-me o Bill.
- Ok! É verdade
quando é que o Georg e o Gustav chegam?
- Agora á tarde!
Continuamos com uma conversas bastante animada
por algum tempo.
- Bill se calhar
é melhor irmos para o hotel está a ficar tarde e sabes que se o Tom ainda
estiver a dormir vai ser preciso chamar uma grua para o levantar!
* Ponto de vista
da Mary *
Vai ser hoje que me vou vingar do Bill, ele
vai ver o que é ser traído e enganado.
Vou
aproveitar que eles vão sair e vou meter-me com o Tom. Foi até ao quarto dele e
levei 2 bebidas, uma para ele, outra para mim, só que a dele continha uns pozinhos
que iria fazer com que ele se esquecesse do que estava a fazer.
- Mas o que estás tu aqui a fazer, Mary?
- Vim trazer-te uma
bebida, a Bé disse que estás cansado. Toma. – Estendi-lhe a mão com o copo. -
Isto ajudar-te-á a melhorares.
- Não, obrigada!
- Vá lá, trouxe
isto de propósito para ti.
- Está bem! Obrigada!
O Tom
bebeu!
Só
tenho que esperar mais um quarto de hora e posso por o meu plano em prática.
Só
espero que o Bill me apanhe aqui com o Tom. A vingança é um prato que se serve
frio.
Vesti
a langeri que o Bill mais gosta para que quando ele a vir fique fulo. É uma
langeri vermelha com renda preta e cueca de fio dental. O Tom não me vai
resistir, especialmente drogado.
Já
tinha passado cerca de 20 minutos.
Só
espero que o Tom seja tão bom na cama quanto o irmão.
Comecei
a despir-me lentamente á medida que me ia aproximando do Tom.
O
Tom estava de tal maneira quem nem falava. Eu podia fazer o que quisesse com
ele, pois ele estava num estado de inocência pura tal como os bebés.
- Então Tom? Gostas?
- Sim gosto!
- Sou melhor que
a Bé, não sou?
- Sim és!
Atirei-me,
literalmente, para cima do Tom.
Comecei
a beijar-lhe o pescoço. Ele não ofereceu quais quer tipo de resistência.
Lancei
a minha mão para dentro das calças dele e brinquei com aquela magnifica “coisa”.
Tirei-lhe
a roupa e despi a minha que ainda faltava.
Senti
um pouco de remorsos pois estava a trair a minha melhor amiga só para atingir o
Bill. Não interessa. Eu sou como o Hitler, não se olha a meios para atingir o
fim pretendido.
Lambi
aquele ser animado do Tom e introduzi-o no interior do meu corpo.
O Tom
gemeu várias vezes o nome da Bé, mas eu não me importo. O meu único objectivo é
atingir o Bill. Quero mesmo que ele sinta o que eu senti quando o vi com aquela
p*** da Jenifer.
Esta
relação não me soube a nada apesar de ter fingido um orgasmos de modo a se poder
fazer ouvir aquele som no corredor.
Quando
acabamos o Tom adormeceu o que é normal pois estava sob o efeito da droga,
decidi ficar mais um pouco na cama com ele.
Mal
posso esperar por ver a cara de parvo do Bill quando me vir aqui.
* Ponto de vista
da Bé *
- Bill, vou ao
meu quarto ver se o Tom já está acordado! Encontrmo-nos no restaurante daqui a
uma hora!
- Está bem, até
já! – Respondeu-me o Bill.
Quando
abri a porta do quarto não queria acreditar no que estava a ver! Estava o Tom
deitado na cama com a Mary ao seu lado. Não aguentei mais ver aquela cena,
comecei a correr pelo hotel fora e a chorar, acabando por me esbarrar com um
rapaz loiro!
- Bé, estás bem?
Porque é que estás a chorar? – Perguntou-me o rapaz.
- Gustav tira-me
daqui, por favor!
O Gustav
abraçou-me de forma a consolar-me e a acalmar-me, dando-me em seguida a mão e saímos
do hotel.
- Pronto! Já podemos
falar! O que se passou? – Perguntou-me o Gustav.
- Eu foi sair
com o Bill, pois o Tom disse que não queria ir que estava cansado e á bocado
foi ao quarto para ir chamar por ele, porque tínhamos combinado com o Bill que íamos
esperar por ti e pelo Georg no restaurante e encontrei-o na cama com a …
- Com quem?
- Com a Mary!
- Não acredito,
se vejo aquele anormal á minha frente estou capaz de lhe bater. – Resmungou o Gustav.
a mary e mesmo um traidora. eu ja sabia. nunca foi com a cara dela. ahh! se podesse apertava lhe aquele pescoço :/
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