segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Umas Férias nas Maldivas

Capitulo 31


- está bem, entra!
- o Tom sempre esteve a dizer a verdade, ele não foi para a cama comigo por livre e espontânea vontade, eu droguei-o, ele pensava que estava era contigo!
- e porque fizeste isso? – questionei-a.
- queria vingar-me do Bill e a minha raiva falou mais alto. Desculpa não queria que te chateasses como Tom! Chau!
A Mary saiu de minha casa sem me dar tempo de lhe dizer uma única palavra, mas o mais importante agora é que eu tenho que falar com o Tom e pedir-lhe desculpa, por não ter acreditado no que ele me disse, mas era difícil de acreditar mesmo eu tendo-os apanhado juntos.
Foi ao meu quarto buscar o meu telemóvel para mandar um mensagem para o Tom.
** mensagem **
Tom, hoje ás 20:30H vem ter comigo ao jardim do costume! Tenho que falar contigo! Beijinhos!
** fim da mensagem **
espero bem que o Tom me desculpe, arranjei-me e fui para o jardim onde nos encontrávamos  varias vezes até nos chatear-mos, acho que foi a meia hora que mais demorou a passar.
- olá Bé! Querias falar comigo? – disse-me o Tom.
- sim, quero! Quero pedir-te desculpa por não ter acreditado em ti, a Mary veio a minha casa contar-me a  verdade.
- estava a ver que nunca mais chegava a este dia! É claro que te desculpo! Anda cá mein liebe! – disse o Tom puxando-me para perto de si e beijando-me.
-vamos para o nosso esconderijo? – perguntei-lhe.
- sim vamos!
Só nós é que sabíamos que aquele sitio existia, era uma espécie de lagoa de água quente que tinha por de trás de uns grandes cedros.
* ponto de vista do Tom *
sentia imensas saudades daquele corpo, dos beijos dela e simplesmente das palavras dela. Estive tão mal aquele tempo sem ele sabendo que ela não acreditava. Aquela parva da Mary quase estragou a minha relação com a mãe do meu filho.
- Tom, estás a pensar em quê? – perguntou-me a Bé.
- nada liebe, estava apenas distraído!
Dirigi-me para perto da Bé, pousei a minha mão na barriga dela.
- mal posso esperar por ver esta barriga linda crescer.
- oh Tom, estás tão romântico.
- este tempo em que estavas chateada comigo tornou-me assim. Nem imaginas as saudades que tive tuas!
- desculpa amor!
- não tens culpa Bé. Eu se estivesse no teu lugar fazia o mesmo.
Beijei-a. Estava mesmo a precisar de a beijar, de sentir os lábios dela.
- vem comigo princesa.
Conduzia para perto da lagoa de água quente, comecei a despir-me, ela percebeu  o que eu queria e despiu-se também.
Entrei dentro da lagoa. A água estava a uma temperatura agradável. Esta lagoa era aquecida por um sistema vulcânico que existia mesmo por de baixo dela.
- a água está ótima Bé! Come!!
- tens razão, Tom!
A nossa única fonte de luz era a lua.
- a lua é quase tão bonita como tu!
- oh Tom, és um crido!
Nadei até perto da Bé, posicionei-me atrás dela, abracei-a em torno da barriga dela e beijei-lhe o pescoço.
Subo as minhas mãos e passeias nos seios dela.
- isso arrepiou-me Tom!
- eu sei, liebe, já fiz de propósito!

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