sexta-feira, 8 de março de 2013

Umas Férias nas Maldivas

CAPITULO 38

-        Lembras-te quando me disseste que tinha que compensar a Jenifer?
-        Oh Bill, eu disse isso na brincadeira.
-        Eu sei Tom, apenas me lembrei-me de uma coisa quando me disseste isso.
-        E não me vais contar, Bill Kaulitz?
-        Eu quero comprar pelo menos os sapatos com que a Jenifer desfilou a ultima vez, mas também tenciono comprar o vestido.
-        Mas tu és mesmo burro, não és?
-         Porque dizes isso Tom? Achas que não devo compra-los?
-        Não é isso Bill. Tu não consegues pagar a um estilista, pelo menos aqui, com cartão de crédito, necessitas de um cheque.
-        Tens razão Tom. Cheques eu tenho no carro.
-        Vai ali o estilista, vai falar com ele.
Fui atrás do estilista sem dar nas vistas de maneira a que Jeni não desse por ela.
Consegui convence-lo a vender-me o vestido e os sapatos por um preço extramente excêntrico, mas por ela fosso tudo, queria deixa-la feliz.
Fui ter Tom.
-        Consegui.
-        Quanto?
-        Não vale a pena falar de dinheiro quando se trata de um presente para a pessoa que se ama.
-        Bill vamos embora? – perguntou-me a Jenifer
-        Sim, amor vamos já.
Olhei para o Tom, ele já me conhece muito bem.
-        Eu vi logo que tinhas uma segunda fase nesse plano. – sussurrou-me o Tom ao ouvido.
Ri-me.
-        De que te estas a rir, Bill?
-        De nada amor, vamos?
-        Sim! Até amanha.
-        Adeus meninos, portem-se bem. – gracejou o Tom
Pedi ao Georg que levasse o vestido e os sapatos para a mala do carro enquanto eu demorava algum tempo na conversa com o Tom e o resto pessoal.
-        Queres conduzir amor? Queres relembrar aquela noite em que pegas-te no meu carro, e conduziste até ao sol nascer?
-        Não Bill! Desculpa, mas estou cansada.
Perfeito!
Com jeitinho ela adormece e já nem vê o caminho.
Já a conduzir:
-        Estiveste muito bem princesa.
Falei sozinho!
Ela já tinha adormecido de tão cansada que estava. Até tenho pena dela, coitadinha da minha princesa. Ela estava muito bem esta noite.
Mas para mim a noite ainda é uma criança e é bom que ela recupere as energias nesta meia hora que falta para chegar-mos.
Vou aproveitar que o transito, quase que por magia, desapareceu e vou puxar pelo meu “audi” que á muito não vê o conta kilometros passar dos 140.
Fui em direção á ”autoben” e asselarei. Adorei sentir a adrenalina a correr nas veias ”100; 110; 120; 130; 140; 150; 160”. Ia chegar aos 170 quando a Jenifer acordou. Abrandei logo pois mal ela visse o que o conta kilometros mostrava, ia despertar e eu já não a podia levar para onde quero sem que ele saiba.

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