quinta-feira, 2 de maio de 2013

Umas Férias nas Maldivas

Capitulo 39

felizmente ela tornou a adormecer.
“voltei ao 120,130,140,150,160,170. Sim bebé vamos lá.” – pensei para o meu carro.
A meia hora que inicialmente era o tempo que faltava para chegar ao destino passou a ser apenas um quarto de hora...
-        Bill, onde estamos?
-        Não sei Jeny!
-        Cheira-me a mar.
-        Isso é porque estamos estacionados á beira dele. Vem minha gata. Anda cá fora.
A Jenifer saiu do carro.
Estava uma noite perfeita. A lua brilhava e não havia uma única nuvem no céu.
Fui para a beira dela e abracei-a por de trás das costas dela.
Ele é mais baixa do que eu, por isso foi fácil deitar a minha cabeça no ombro dela.
Rodeia em direção a mim e beijei-a.
Tirei o meu casaco e coloquei-o nos ombros dela.
-        já te vais despir meu Billyzinho?
-        Se tu quiseres....
-        És mesmo oferecido e atiradiço.
-        Não te preocupes que só sou assim para ti.
-        Eu sei que sim, mas tenho  inveja de todas as que já passaram as mãos nesse teu corpinho.
-        Não tenhas Jenifer. Nenhuma delas me conheceu como tu, e aliás, nunca nenhuma delas usufruiu do meu corpo como tu.
-        Então sou uma mulher com sorte.
-        Não liebe, eu é que tenho sorte por não teres desistido de mim.
Ela ia falar, mas não lhe dei oportunidade para isso.
Encostei-a ao carro e beijei-a, ela deixou escorregar as mãos, que inicialmente estavam nos meus ombros, e meteu-as nos bolsos traseiros das minhas calças.
Abri a porta de trás do carro e estendi o dedo indicador em direção ao interior do carro quase que ordenando-lhe que entrasse. Ela percebeu logo e entrou.
Entrei logo de seguida, fechei a porta e tranquei o carro.
-        aqui bill?
-        Não queres?
-        Adorava. É dos poucos lugares que nos faltam.
Despi a minha camisola. Deitei-me da melhor maneira em cima dela.
Lancei a minha mão por dentro da camisola dela e subi em direção aqueles dois seios que a cada contacto que tinha deles nos excitava mais.
Os vidros do carro começaram a ficar embaciados.
Por causa da nossa respiração, que devido as circunstâncias eram com mais frequência e aceleradas. Dentro de pouco tempo  estávamos completamente nus.
As nossas posições eram em pouco estranhas, pois o sitio não era o mais apropriado, o que tornava este momento cada vez mais ardente e de uma adrenalina extrema.
Os gemidos que a Jenifer soltava de vez em quando faziam eco dentro do carro o que me  excitava cada vez mais.
A Jenifer decidiu tomar comando.
Ela sentou-se em  cima do meu pénis e balançava  o seu corpo em movimentos aleatórios e imprevisíveis.
As minhas mãos  pareciam ter vida própria uma vez que percorriam todas as zonas do corpo dela.
O ambiente era cada vez mais quente e abafado.
Ela deixa-me completamente louco. Sentia-me nas nuvens devido aquele sexo escaldante, cada minuto era vivido da maneira mais intensa possível. Os nossos corpos estavam de tal maneira interlaçados que formavam uma harmonia perfeita.
O ponto mais alto da noite aconteceu quase 1 hora depois de tudo ter começado.
Adoro ouvi-la gemer o meu nome.
Os gemidos soltados das nossas bocas formavam uma melodia que parecia estar em completo equilíbrio com o rebentar das ondas nas rochas.
O meu orgasmo foi tão intenso que vi-me obrigado a segurar a Jenifer com força e a morder os lábios.
O orgasmo dela foi atingido segundos depois do meu. Ela, de maneira a não me dar o prazer de a ouvir gemer pela ultima vez, beijou-me e brincou com o meu piercing da língua com a sua língua.
Eu estava completamente exausto.
Ela parecia sentir-se da mesma maneira que eu.
Demorei 20 minutos a recompor-me minimamente.
-        és uma fera.
-        Tu nao ficas ada atrás bill.
-        Tenho uma coisa para ti.
-        O quê?
-        Vem comigo lá for, á mala do carro e já vez. Veste o meu casaco!
A Jenifer estava tão cansada que nao refutou as minhas ordens.
Abri a mala do carro.
-        eu nao acredito bill! Mas... como é que...
-        é par ti ! my lady..
-        Oh bill. – vi as lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto. - muito obrigado.
-        de nada meu amor
-        deve ter custado um balúrdio.
-        Dava todo o dinheiro do mundo só para ver esse teu sorriso lindo.
Fomos para casa.

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