felizmente ela
tornou a adormecer.
“voltei ao
120,130,140,150,160,170. Sim bebé vamos lá.” – pensei para o meu carro.
A meia hora que
inicialmente era o tempo que faltava para chegar ao destino passou a ser apenas
um quarto de hora...
-
Bill, onde estamos?
-
Não sei Jeny!
-
Cheira-me a mar.
-
Isso é porque estamos
estacionados á beira dele. Vem minha gata. Anda cá fora.
A Jenifer saiu do
carro.
Estava uma noite
perfeita. A lua brilhava e não havia uma única nuvem no céu.
Fui para a beira
dela e abracei-a por de trás das costas dela.
Ele é mais baixa
do que eu, por isso foi fácil deitar a minha cabeça no ombro dela.
Rodeia em direção
a mim e beijei-a.
Tirei o meu
casaco e coloquei-o nos ombros dela.
-
já te vais despir meu Billyzinho?
-
Se tu quiseres....
-
És mesmo oferecido e
atiradiço.
-
Não te preocupes que só
sou assim para ti.
-
Eu sei que sim, mas
tenho inveja de todas as que já passaram
as mãos nesse teu corpinho.
-
Não tenhas Jenifer.
Nenhuma delas me conheceu como tu, e aliás, nunca nenhuma delas usufruiu do meu
corpo como tu.
-
Então sou uma mulher com
sorte.
-
Não liebe, eu é que tenho
sorte por não teres desistido de mim.
Ela ia falar, mas
não lhe dei oportunidade para isso.
Encostei-a ao
carro e beijei-a, ela deixou escorregar as mãos, que inicialmente estavam nos
meus ombros, e meteu-as nos bolsos traseiros das minhas calças.
Abri a porta de trás
do carro e estendi o dedo indicador em direção ao interior do carro quase que
ordenando-lhe que entrasse. Ela percebeu logo e entrou.
Entrei logo de
seguida, fechei a porta e tranquei o carro.
-
aqui bill?
-
Não queres?
-
Adorava. É dos poucos
lugares que nos faltam.
Despi a minha
camisola. Deitei-me da melhor maneira em cima dela.
Lancei a minha mão
por dentro da camisola dela e subi em direção aqueles dois seios que a cada
contacto que tinha deles nos excitava mais.
Os vidros do
carro começaram a ficar embaciados.
Por causa da
nossa respiração, que devido as circunstâncias eram com mais frequência e aceleradas.
Dentro de pouco tempo estávamos
completamente nus.
As nossas
posições eram em pouco estranhas, pois o sitio não era o mais apropriado, o que
tornava este momento cada vez mais ardente e de uma adrenalina extrema.
Os gemidos que a Jenifer
soltava de vez em quando faziam eco dentro do carro o que me excitava cada vez mais.
A Jenifer decidiu
tomar comando.
Ela sentou-se
em cima do meu pénis e balançava o seu corpo em movimentos aleatórios e
imprevisíveis.
As minhas
mãos pareciam ter vida própria uma vez
que percorriam todas as zonas do corpo dela.
O ambiente era
cada vez mais quente e abafado.
Ela deixa-me
completamente louco. Sentia-me nas nuvens devido aquele sexo escaldante, cada
minuto era vivido da maneira mais intensa possível. Os nossos corpos estavam de
tal maneira interlaçados que formavam uma harmonia perfeita.
O ponto mais alto
da noite aconteceu quase 1 hora depois de tudo ter começado.
Adoro ouvi-la
gemer o meu nome.
Os gemidos
soltados das nossas bocas formavam uma melodia que parecia estar em completo
equilíbrio com o rebentar das ondas nas rochas.
O meu orgasmo foi
tão intenso que vi-me obrigado a segurar a Jenifer com força e a morder os
lábios.
O orgasmo dela
foi atingido segundos depois do meu. Ela, de maneira a não me dar o prazer de a
ouvir gemer pela ultima vez, beijou-me e brincou com o meu piercing da língua
com a sua língua.
Eu estava
completamente exausto.
Ela parecia
sentir-se da mesma maneira que eu.
Demorei 20
minutos a recompor-me minimamente.
-
és uma fera.
-
Tu nao ficas ada atrás
bill.
-
Tenho uma coisa para ti.
-
O quê?
-
Vem comigo lá for, á mala
do carro e já vez. Veste o meu casaco!
A Jenifer estava tão
cansada que nao refutou as minhas ordens.
Abri a mala do
carro.
-
eu nao acredito bill!
Mas... como é que...
-
é par ti ! my lady..
-
Oh bill. – vi as lágrimas a escorrerem-lhe
pelo rosto. - muito obrigado.
-
de nada meu amor
-
deve ter custado um balúrdio.
-
Dava todo o dinheiro do
mundo só para ver esse teu sorriso lindo.
Fomos para casa.
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