quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Umas Férias Nas Maldivas

Capitulo 21


Quando regressamos o Tom tinha beijado uma rapariga que estava lá no bar, mas que nós não a conhecíamos de lado nenhum.
A noite ficou logo estragada.
A Bé deu estalo ao Tom e saiu do bar a correr e a chorar. Fui pedir ao Bill que focemos embora, mas quando cheguei lá fora, já a Bé tinha apanhado um táxi e ido embora.
O tom é mesmo um palerma! Coitada da Bé, não merecia isto.
Nesta noite, o Tom já não podia fazer nada, o melhor era deixar a Bé recuperar um pouco de tudo o que aconteceu.
Cheguei a casa. O Bill veio trazer-me.
A Bé estava no quarto trancada e pelo que parecia estava a chorar.
- Amor desculpa tudo o que aconteceu. – Desculpou-se o Bill.
- Bill não tens culpa nenhuma, o teu irmão é que não se consegue controlar quando está bêbado.
- Mas de certa forma a culpa foi minha, pois eu é que sugeri que bebêssemos mais um pouco.
- Não te sintas culpado mr. A culpa não é tua. – Respondi-lhe. - posso perguntar-te uma coisa Bill?
- Claro amor.
- O que se passa contigo? Ultimamente tens andado mais distante e sinto que quando estás comigo estas a pensar noutras coisas.
- Mary querida, é tudo impressão tua. Bem sabes que gosto de ti. – Respondeu-me o Bill de maneira que não me convenceu muito.
- Ainda bem que é assim. Bem olha vou dormir. Sinto-me culpada por tudo que aconteceu entre a Bé e o Tom, eu é que vos convidei para irmos até ao bar.
- Mary, pensa no que me disseste, a culpa não é nossa. Vai lá amor. Dorme bem!
- Não queres passar a noite comigo? – Convidei-o.
- Mary, é melhor não, eu quero aproveitar para falar com o Tom.
O Bill beijou-me e saiu.
Depois do Bill sair, tentei conversar com a Bé, mas felizmente ela adormeceu. Tenho pena que as coisas sejam assim. Só espero que o Bill não me faça isso. Fui me deitar. Não tive dificuldades em adormecer.
Já era meio-dia quando a Bé se pôs a pé. Os olhos dela mostravam desilusão e tristeza.
- Precisas de falar, Bé?
- Não Mary, eu vou, mas é tomar um banho e vou falar com o Tom. – Disse-me.
- Fazes bem Bé! “Boné chance”!
- Merci Mary!
* Ponto de vista da Bé *
Não sei como é que o Tom foi capaz, desiludiu-me tanto. Só espero que ele tenha uma boa explicação para me dar.
Fui tomar o meu banho para ver se conseguia relaxar um pouco.
Depois de me vestir, tive que aplicar uma maquilhagem mais forte para cobrir as olheiras que tinha devido ao pouco tempo que tinha dormido. Acho que só consegui adormecer a partir das 5 e 30 da madrugada.
Saí de casa, mas tive que voltar para trás pois esqueci-me dos meus documentos e a casa dos Kaulitz ainda era longe.
Quando entrei no carro senti um cheiro que me deixo ainda mais em baixo. Era o perfume do Tom que estava a pairar no ar. Aquele “Georgio Armani ” era inconfundível.
Abri as janelas do carro para o arejar, mas não valia de nada, parecia que o cheiro estava entranhado nos estofos do carro.
O Bill tinha acabado de sair para o ginásio.
A casa era gigantesca e o quarto do To m era o privilegiado, pois tinha uma vista para a cidade o que á noite era deslumbrante.
Toquei á campainha, o Tom veio abrir a porta em boxers pois tinha-me visto chegar e não se deu ao trabalho de se vestir uma vez que se estava a acabar de por a pé da cama.
- Olá amor! – Cumprimentou-me o Tom.
- Olá Tom. Temos que conversar.
- Eu sei Bé. Por favor entra! Eu vou só vestir-me, fica á vontade.
A minha vontade era beija-lo e não deixar ir vestir-se, mas eu tinha que ser dura, não podia deixar que ele pensasse que já estava tudo bem.
Sentei-me no sofá a pensar que ele ainda iria demorar muito mas em fracções de segundos ele voltou já devidamente vestido.
- Foste rápido. – Comentei
- Fiz por isso, não merecias ficar á minha espera durante muito tempo. – Respondeu-me o Tom.
Eu conseguia ver nele puro arrependimento, mas ele tinha que se justificar.
- Pois não merecia e também não merecia o que me fizeste ontem.
- Eu sei Bé. Eu não sei o que se passou. Eu bebi a mais, não estava em mim.
- Mas isso não é desculpa Tom. Nem sabes o quanto me magoaste. Foi horrível verte beijar aquela rapariga.
- Eu estava tão bêbado que nem me lembrava de fazer isso. Só sei que a beijei porque o Bill me contou ontem.
- Pois o que é certo é que o fizeste.
- Bé por favor perdoa-me. Eu não sei o que fazer sem ti a meu lado. – Implorou o Tom, viu chorar de arrependimento. Nunca o tinha visto a chorar.
- Amor, por favor esquece o que aconteceu. Eu faço tudo por ti. A minha vida deixa de ter sentido se te perco. - Suplicou-me o Tom agarrando as minhas mãos. – Perdoa-me amor.
Eu beijei-o. Utilizei o beijo como sinal do meu perdão.
- Não preciso de dizer mais nada pois não Tom?
- Vou agarrar esta oportunidade como se fosse a última.
- Eu sei que sim Tom.
O Tom beijou-me. Pegou em mim ao colo e levou-me para o quarto dele. Pousou-me delicadamente em cima da cama.
- Amor, posso despir-te? – Perguntou-me o Tom. – Não te quero tirar a roupa interior, não te preocupes.
- E para que queres despir-me?
- Depois vez.
- Ok!

2 comentários:

  1. Tenho pena que o Tom de vez em quando se lembre de fazer asneiras. A be nao merecia. Andas a fazer asneiras menino Tom Kaulitz :(

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