Quando regressamos o Tom tinha beijado uma rapariga que estava
lá no bar, mas que nós não a conhecíamos de lado nenhum.
A noite ficou logo estragada.
A Bé deu estalo ao Tom e saiu do bar a correr e a chorar.
Fui pedir ao Bill que focemos embora, mas quando cheguei lá fora, já a Bé tinha
apanhado um táxi e ido embora.
O tom é mesmo um palerma! Coitada da Bé, não merecia isto.
Nesta noite, o Tom já não podia fazer nada, o melhor era deixar
a Bé recuperar um pouco de tudo o que aconteceu.
Cheguei a casa. O Bill veio trazer-me.
A Bé estava no quarto trancada e pelo que parecia estava a
chorar.
- Amor desculpa tudo
o que aconteceu. – Desculpou-se o Bill.
- Bill não tens culpa
nenhuma, o teu irmão é que não se consegue controlar quando está bêbado.
- Mas de certa forma
a culpa foi minha, pois eu é que sugeri que bebêssemos mais um pouco.
- Não te sintas
culpado mr. A culpa não é tua. – Respondi-lhe. - posso perguntar-te uma coisa Bill?
- Claro amor.
- O que se passa
contigo? Ultimamente tens andado mais distante e sinto que quando estás comigo
estas a pensar noutras coisas.
- Mary querida, é
tudo impressão tua. Bem sabes que gosto de ti. – Respondeu-me o Bill de
maneira que não me convenceu muito.
- Ainda bem que é
assim. Bem olha vou dormir. Sinto-me culpada por tudo que aconteceu entre a Bé
e o Tom, eu é que vos convidei para irmos até ao bar.
- Mary, pensa no que
me disseste, a culpa não é nossa. Vai lá amor. Dorme bem!
- Não queres passar a
noite comigo? – Convidei-o.
- Mary, é melhor não,
eu quero aproveitar para falar com o Tom.
O Bill beijou-me e saiu.
Depois do Bill sair, tentei conversar com a Bé, mas
felizmente ela adormeceu. Tenho pena que as coisas sejam assim. Só espero que o
Bill não me faça isso. Fui me deitar. Não tive dificuldades em adormecer.
Já era meio-dia quando a Bé se pôs a pé. Os olhos dela
mostravam desilusão e tristeza.
- Precisas de falar, Bé?
- Não Mary, eu vou,
mas é tomar um banho e vou falar com o Tom. – Disse-me.
- Fazes bem Bé! “Boné
chance”!
- Merci Mary!
* Ponto de vista da Bé
*
Não sei como é que o Tom foi capaz, desiludiu-me tanto. Só
espero que ele tenha uma boa explicação para me dar.
Fui tomar o meu banho para ver se conseguia relaxar um
pouco.
Depois de me vestir, tive que aplicar uma maquilhagem mais
forte para cobrir as olheiras que tinha devido ao pouco tempo que tinha
dormido. Acho que só consegui adormecer a partir das 5 e 30 da madrugada.
Saí de casa, mas tive que voltar para trás pois esqueci-me
dos meus documentos e a casa dos Kaulitz ainda era longe.
Quando entrei no carro senti um cheiro que me deixo ainda
mais em baixo. Era o perfume do Tom que estava a pairar no ar. Aquele “Georgio
Armani ” era inconfundível.
Abri as janelas do carro para o arejar, mas não valia de
nada, parecia que o cheiro estava entranhado nos estofos do carro.
O Bill tinha acabado de sair para o ginásio.
A casa era gigantesca e o quarto do To m era o privilegiado,
pois tinha uma vista para a cidade o que á noite era deslumbrante.
Toquei á campainha, o Tom veio abrir a porta em boxers pois
tinha-me visto chegar e não se deu ao trabalho de se vestir uma vez que se
estava a acabar de por a pé da cama.
- Olá amor! – Cumprimentou-me
o Tom.
- Olá Tom. Temos que
conversar.
- Eu sei Bé. Por
favor entra! Eu vou só vestir-me, fica á vontade.
A minha vontade era beija-lo e não deixar ir vestir-se, mas
eu tinha que ser dura, não podia deixar que ele pensasse que já estava tudo
bem.
Sentei-me no sofá a pensar que ele ainda iria demorar muito
mas em fracções de segundos ele voltou já devidamente vestido.
- Foste rápido. –
Comentei
- Fiz por isso, não
merecias ficar á minha espera durante muito tempo. – Respondeu-me o Tom.
Eu conseguia ver nele puro arrependimento, mas ele tinha que
se justificar.
- Pois não merecia e
também não merecia o que me fizeste ontem.
- Eu sei Bé. Eu não
sei o que se passou. Eu bebi a mais, não estava em mim.
- Mas isso não é
desculpa Tom. Nem sabes o quanto me magoaste. Foi horrível verte beijar aquela
rapariga.
- Eu estava tão
bêbado que nem me lembrava de fazer isso. Só sei que a beijei porque o Bill me
contou ontem.
- Pois o que é certo
é que o fizeste.
- Bé por favor
perdoa-me. Eu não sei o que fazer sem ti a meu lado. – Implorou o Tom, viu
chorar de arrependimento. Nunca o tinha visto a chorar.
- Amor, por favor
esquece o que aconteceu. Eu faço tudo por ti. A minha vida deixa de ter sentido
se te perco. - Suplicou-me o Tom agarrando as minhas mãos. – Perdoa-me amor.
Eu beijei-o. Utilizei o beijo como sinal do meu perdão.
- Não preciso de
dizer mais nada pois não Tom?
- Vou agarrar esta
oportunidade como se fosse a última.
- Eu sei que sim Tom.
O Tom beijou-me. Pegou em mim ao colo e levou-me para o
quarto dele. Pousou-me delicadamente em cima da cama.
- Amor, posso
despir-te? – Perguntou-me o Tom. – Não
te quero tirar a roupa interior, não te preocupes.
- E para que queres
despir-me?
- Depois vez.
- Ok!
quero proximo
ResponderEliminarTenho pena que o Tom de vez em quando se lembre de fazer asneiras. A be nao merecia. Andas a fazer asneiras menino Tom Kaulitz :(
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